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Caminhada da Primavera movimenta Irecê no próximo dia 27

Publicado em 23/09/2014 às 13h07

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Com o objetivo de despertar na sociedade a conscientização sobre a importância da preservação da natureza e a valorização do Bioma Catinga, o comunicador Miqueias Nunes, diretor de um site de notícias que leva seu nome, realizará a 1ª Caminhada da Primavera, em parceria com empresas locais.

O evento ocorrerá no próximo sábado, dia 27. A concentração será no Terminal Rodoviário, de onde os participantes sairão em direção à Praça da Prefeitura, animados pelo cantor Murilo Lima em um trio elétrico.  No encerramento, haverá um desfile para escolha da Garota Miss Primavera 2014. A agitação musical ficará por conta do cantor Thiaguinho Brasil.

“Além de proporcionar momentos de descontração, o evento também tem um cunho social, pois vamos ajudar instituições beneficentes da cidade com mantimentos e produtos de limpeza que serão arrecadados”, explica Miqueias Nunes, deixando o convite: “Vamos curtir e celebrar o início da Primavera com muita música e alegria”.

A camisa personalizada do evento está sendo vendida no valor de R$ 15,00 e pode ser adquirida nos seguintes pontos de vendas: Utillar Center, Óticas Vitórias, A Realeza, Companhia do Sono, A Mobília, Hiper Lojão Irecê e no Shopping Fiesta.

Fonte: Irecê Reporter

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Hospital baiano é referência no país em colocação de marcapasso

Publicado em 23/09/2014 às 10h55

Hoje, 23 de setembro, é comemorado Dia do Portador de Marcapasso. A data foi escolhida em homenagem ao Dr. Décio Kormann, pioneiro da estimulação cardíaca no Brasil. Na Bahia, o Hospital referência na implantação do dispositivo é o Ana Nery, unidade pública que faz em média cerca de 70 cirurgias desse tipo por mês.  

De acordo com o médico cardiologista, Alexandro Fagundes, coordenador do Ambulatório de Arritmia e Marcapasso do Hospital Ana Nery, a unidade hospitalar atende uma média de 80 consultas por semana. Dessas 80, 6 a 8 são indicados para colocar o dispositivo.

“Implantamos uma média de 70 dispositivos por mês pelo Sistema Único de Saúde. Existe uma fila de espera, porém é uma fila rápida. Dura em média, no máximo uma semana para fazermos o procedimento cirúrgico. Vale ressaltar que quando é um caso de emergência, o processo é feito de imediato”. Ainda conforme o médico, é possível realizar 3 ou 4 implantes por dia, já que é um procedimento cirúrgico considerado rápido.

“É uma realidade bem mais fácil se compararmos a outras cirurgias, onde as filas podem demorar meses. Felizmente a implantação do Marcapasso é um procedimento rápido que dura uma hora, e por isso temos uma agilidade grande. O paciente fica 24 horas no hospital”, pontuou.

De acordo com o Registro Brasileiro de Marcapassos, Ressincronizadores Cardíacos e Desfibriladores (RBM), nos últimos 10 anos, foram feitos mais de 260 mil implantações em todo o país.

O procedimento para colocar aparelho, segundo Fagundes, ocorre a depender da necessidade de urgência da implantação. Em casos de emergência, onde o indivíduo está passando mal deve ser encaminhado a qualquer Pronto Atendimento do Estado, tais como o Hospital Ernesto Simões, Roberto Santos ou Hospital do Subúrbio. A cirurgia, no entanto, na rede pública, só é feita no Ana Nery e Hospital das Clínicas.

Três hospitais privados também têm cotas do SUS, é o caso do Santa Isabel, Hospital Português e São Rafael. “Nos casos de emergência a cirurgia é feita de imediato, assim que o paciente chega no Ana Nery. Em outros casos, quando o médico, mesmo da rede privada, detecta a necessidade de implantação do Marcapasso, o médico deve solicitar através da Central de Regulação do Estado, e a partir daí, após ser realizado todos os exames, a cirurgia é feita”, explicou.

“A análise deve ser feita com muito cuidado, pois um dispositivo mal indicado pode piorar ou levar ao óbito do paciente. Como tudo no SUS existe uma hierarquia de complexidade, os pacientes são encaminhados para o Ana Nery, pois temos toda uma estrutura para tal, e somos referência nesse procedimento”, completou. 

O marcapasso é um dispositivo projetado para tratar um ritmo cardíaco lento,  indicado quando o número de batimentos cardíacos está muito baixo. “O Marca Passo são vários aparelhos diferentes com funções distintas, conectados no coração através de fios”.

Existem quatro tipos: o Simples, de Dupla Câmara (especialcom três saídas diferentes para quem sofre de insuficiência cardíaca), Multicítio, e o desfibrilador, mais conhecido como CDI (cardioversor -desfibrilador implantável, que é um mais potente para quem sofre de arritmia maligna, doença que pode levar a morte súbita.

Conforme Fagundes, a maioria dos pacientes são idosos e após a implantação, o portador fica sendo atendido durante toda a vida, com consultas a cada seis meses.”Todos os pacientes são avaliados anteriormente para saber qual o tipo de aparelho adequado, e se é necessário implantar, porque alguns casos podem ser resolvidos com remédios ou ablação por cateter”, (procedimento, no qual o médico passa um fino tubo flexível (cateter) através dos vasos sanguíneos até o seu coração para eliminar rotas elétricas (sinais) anormais no tecido cardíaco, visando impedir que correntes elétricas não desejadas se desloquem das veias pulmonares).

Dispositivo custa em média R$ 6 mil

O custo de um procedimento cirúrgico como este para o Estado, através do Sistema Único de Saúde, gira em torno de 600 mil por mês, o equivalente a mais de 7 milhões e 200 mil anualmente.  Um Marcapasso simples custa em média 5 a 6 mil reais. O mais complexo, como é o caso do CDI, é mais caro, chegando a custar até 50 mil reais.

Conforme o coordenador do Ana Nery, o SUS faz em torno de 4 procedimentos com o aparelho mais complexo. “Não é por falta de aparelho, pois não temos limitação para colocar em quem precisa, mas é que não chega pacientes com as características clinicas para colocar esse dispositivo”, disse.  

Ele ressalta ainda, como a realização do procedimento aumenta a longevidade.  “O Marcapasso tem uma importância fundamental, como uma das ferramentas de alta complexidade da cardiologia, o que representa cerca de 20 ou 30% de pacientes com cardiopatia grave. O papel do SUS como provedor de tratamento de alta complexidade é fundamental na garantia, sobretudo, de uma expectativa de vida maior”, destacou.  

Fonte: Tribuna da Bahia

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Consumidor prevê inflação de 7,3% nos próximos 12 meses

Publicado em 23/09/2014 às 10h51

O consumidor brasileiro prevê uma inflação de 7,3% nos próximos 12 meses, segundo pesquisa Indicador de Expectativa de Inflação dos Consumidores, feita em setembro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A taxa é superior aos 7,2% apurados na pesquisa de agosto.

Para a FGV, embora a atividade  econômica tenha “arrefecido”, a opinião do consumidor tem sido influenciada pelo aumento do acumulado da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e pelos reajustes previstos para o próximo ano.

Apesar disso, na média móvel trimestral (resultadosacumulados nos últimos três meses), a expectativa de inflação para os próximos 12 meses caiu de 7,3% para 7,2%.

Fonte: Tribuna da Bahia

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Ibama concede licença para o Porto Sul

Publicado em 23/09/2014 às 09h26

O governo do estado conseguiu avanços para a continuação do processo de instalação do Porto Sul. Com a Licença de Instalação (LI), a gestão agora dá início ao processo de construção do Porto Sul, empreendimento cujo investimento ao longo prazo é previsto em R$ 5,6 bilhões, localizado no município de Ilhéus, cidade distante 446 km de Salvador. A LI foi publicada pelo Ibama ontem e foi comemorada por diversos setores do governo.

Em associação à Ferrovia Oeste-Leste (Fiol), o Porto Sul formará um moderno complexo logístico. A previsão é que a construção completa dure até cinco anos, iniciando, em primeira fase, com o processo de desapropriação, reassentamento e instalação de canteiros em terra.

O coordenador executivo de Infraestrutura e Logística da Casa Civil estadual, Eracy Lafuente, explica que “a partir de agora ocorrerão os trabalhos de execução ambiental, fruto dos 38 programas básicos entregues ao Ibama”. “São etapas importantes de resgate de fauna e flora, antes da supressão de vegetação, que reforçam o rigor técnico para dar viabilidade ambiental, além de condução transparente do projeto do Porto Sul”, disse. Eraci ainda informou que as ações dos programas básicos terão um investimento de R$ 326 milhões.

O governador Jaques Wagner (PT) diz ver com naturalidade o anúncio da Licença de Implantação do Porto Sul. “Uma obra de tal magnitude enseja grandes análises e discussões que não podem ser concluídas do dia para a noite. O Porto Sul, juntamente com a ferrovia Oeste-Leste, é a materialização do pensamento estratégico que prepara a Bahia para as próximas décadas, e será construído sob as mais modernas diretrizes de sustentabilidade social e ambiental”, afirmou Wagner.

No programa também estão incluídos a melhoria na infraestrutura das comunidades no entorno, reorientação das atividades do turismo na região e capacitação de mão de obra, que será absorvida pelo empreendimento.  Na sua construção, o Porto Sul vai gerar 2 mil empregos diretos. 

O complexo do Porto Sul terá uma área 1.865 hectares, em Aritaguá, distante a 15 quilômetros de distância do atual Porto de Ilhéus. Segundo informações do governo do estado, a área será formada pelo Terminal de Utilização Privada (TUP) da Bahia e pelo TUP da Bahia Mineração (Bamin). A estimativa é operar 100 milhões de toneladas anuais até o 25º ano de funcionamento.

Fonte: Tribuna da Bahia

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Planejamento reduz previsão de alta do PIB para 0,9%

Publicado em 23/09/2014 às 09h23
Planejamento reduz previsão de alta do PIB para 0,9%
Foto: Divulgação
 
Diante do fraco desempenho da atividade econômica no primeiro semestre, a equipe econômica reduziu para a metade a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014.
 
A estimativa caiu de 1,80% para 0,9%. Apesar do recuo, a nova estimativa ainda é considerada otimista. Os analistas do mercado financeiro projetam, segundo a última pesquisa semanal Focus do Banco Central, uma alta de apenas 0,3% para o PIB deste ano. 
 
A nova projeção de PIB do governo foi incluída no quarto relatório bimestral de reprogramação do Orçamento, divulgado nesta segunda-feira (22) pelo Ministério do Planejamento. A estimativa de PIB é usada como parâmetro para as projeções de receitas e despesas. A primeira previsão do governo era de que o PIB cresceria 2,50% este ano. 
 
No relatório, o governo manteve a projeção de IPCA para o ano em 6,2%. O mercado, na pesquisa Focus, projeta que o IPCA terminará o ano em 6,3%. No primeiro relatório de reprogramação orçamentária, divulgado em março, o governo previa o IPCA em 5,30%. A estimativa de IGP-DI em 2014 caiu de 7,25% para 4,60%.
 
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Saneamento básico na Bahia seria resolvido com R$ 18 bilhões

Publicado em 23/09/2014 às 09h17

A vista da janela da residência da dona de casa Vera Lúcia Santana, 59 anos, moradora da cidade de Jequié, a 365 quilômetros de Salvador, era - até o início deste ano - composta por árvores, alguns animais e pela rede de esgoto que escorria pela estrada na frente da casa. 

A rua dela passou por uma transformação e a rede de coleta de esgoto foi instalada, retirando Vera de uma estatística difícil de ser resolvida na Bahia e no Brasil: apenas quatro de cada grupo de dez baianos possuem acesso à rede de esgotamento.

“Dois dos meus três filhos já ficaram doentes de tanto pisar no esgoto. Aqui também enchia de mosquito e ratos. O lixo ficava na porta de casa e demorava muito para o caminhão levar para longe. Juntava lixo com esgoto e virava uma dor de cabeça, diarreia e tudo quanto é doença”, conta.

Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado com base nos dados de 2010, indica que 60% dos moradores das cidades baianas não têm seus dejetos lançados - e tratados - em uma rede de esgoto (ver tabela abaixo). 

Para resolver o problema, a solução passa por muitas cifras. Segundo o estudo Benefícios Econômicos do Saneamento Brasileiro, apresentado pelo Instituto Trata Brasil e o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), com base em pesquisa realizada pela Consultoria Econômica Ex Ante, seriam necessários R$ 18 bilhões para universalizar o sistema de saneamento básico na Bahia.

“ Viabilizar esses montantes de dinheiro seria até fácil. O problema - e maior desafio - é fazer com que esses valores cheguem ao destino final. Em alguns casos até há dinheiro para universalizar a rede de água e esgoto. Mas, até ele virar uma obra, vai se perdendo no meio do caminho. Cerca de 5% a 10% apenas chega ao destino final ”, informa Fernando Malta, assessor de relações institucionais do CEBDS.

O presidente da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), Abelardo de Oliveira Filho, rebate esses números. Segundo ele, no estado da Bahia, nos últimos sete anos, 2,5 milhões de pessoas foram beneficiadas com novas ligações de esgoto instaladas.

Desde 2007, como principal executora do Programa Água para Todos (PAT), do governo do estado, a Embasa assegurou recursos para investimentos da ordem de R$ 7,1 bilhões, podendo chegar, em 2014, a R$ 8,7 bilhões.

“Com isso, hoje, o número de baianos atendidos com coleta, tratamento e disposição final de esgoto já chega a 4,5 milhões”, pontua. A Embasa, atualmente, tem abrangência em 364 dos 417 municípios baianos. O restante tem a gestão de águas e esgoto sob a responsabilidade das prefeituras. Abelardo indica que há dificuldade em instalação e ampliação da rede em algumas cidades.

“Para universalizar o esgoto é necessário também cuidar de outros aspectos como mobilidade urbana, limpeza pública, coleta, drenagem, dentre outros fatores. Há cidades também que, além desses fatores, existe uma dificuldade na instalação das redes de esgoto em função do tipo de solo”, argumenta Oliveira.

Em Salvador, a Embasa está investindo R$ 1,2 bilhão, sendo R$ 354 milhões em abastecimento de água e R$ 857,6 em esgotamento sanitário. De janeiro de 2007 a maio de 2014, a empresa implantou cerca de 200 mil ligações intradomiciliares de esgoto, mantendo uma média de 2.300 ligações executadas por mês.

Internações

A falta de rede de esgoto universalizada tem reflexos nos mais variados setores da sociedade. O assessor de relações institucionais do CEBDS indica que a falta de investimentos tem impactos diretos na economia e na saúde pública.

De acordo com levantamento da entidade, as internações por doenças infecciosas crescem na medida que a rede de esgotamento falha, inclusive, provocando óbitos e danos aos cofres públicos.

Em 2013, segundo dados do Datasus, o custo nacional com internações provocadas por infecções gastrointestinais chegou a R$ 121 milhões. O Nordeste respondeu, em 2013, por 52.1% dessas despesas e a região Norte por 16.3%

Com a universalização da rede de esgoto, segundo estimativa do CBEDS, das 45 mil internações ocorridas na Bahia, no ano passado, 8 mil poderiam ter sido evitadas - o que significaria uma economia de R$ 2,9 milhões. Em todo o país, a economia seria de R$ 27 milhões.

O coordenador estadual de emergência em saúde pública da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), Juarez Dias, ressalta que o número de atendimentos é diretamente proporcional à falta de rede de esgotamento sanitário com tratamento adequado.

Os efeitos da falta de saneamento básico são integrados. “São cinco elementos que estão diretamente ligados ao esgotamento sanitário que têm efeitos diretos na necessidade de assistência à saúde da população: falta de água de qualidade e abundante; drenagem do esgotamento existente; controle de detritos; coleta de lixo e drenagem pluvial”.

O coordenador estadual de emergência em saúde pública da Sesab ressalta que esses cinco fatores, geralmente, se concentram em áreas de difícil acesso ou mais carentes das médias e grandes cidades. “Mas os danos podem acontecer em qualquer cidade de qualquer tamanho”.

Problemas

Representante do CEBDS ressalta que os dados da falta de investimento em saneamento vão além da saúde pública. “Há impacto no turismo, na produtividade, na competitividade, dentre outros fatores do desenvolvimento humano e econômico. No caso de turismo, nenhum visitante vai recomendar, por exemplo, uma cidade que passeou e que tinha problemas de saneamento básico. Um problema desse nível impacta do dono do hotel ao pequeno comerciante”, destaca.

Presidente Executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos indica que o Brasil precisa aumentar os investimentos. “O governo federal, por meio do Ministério das Cidades, estimou no Plano Nacional de Saneamento Básico - R$ 313 bilhões em investimentos para que o saneamento (água e esgotos) esteja universalizado em 2033; baseado neste dado, é acordado que o Brasil necessita investir o dobro do que investe hoje, que é R$ 9 bilhões por ano”.

Fonte: Correio 24hs

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Grupo invade agência bancária na BA e quebra cofre

Publicado em 18/09/2014 às 11h05

Ação de criminosos durou cerca de 1h no Banco do Brasil de Jeremoabo. 
Crime ocorreu na madrugada desta quarta-feira (17), a 370 km de Salvador.

Banco em Jeremoabo (Foto: Site Chicosabetudo.com.br)

Banco em Jeremoabo foi alvo de criminosos
(Foto: Site Chicosabetudo.com.br)

 

Cerca de cinco homens arrombaram uma janela e danificaram duas grades de uma agência do Banco do Brasil em tentativa frustada de quebrar os cofres da unidade na madrugada desta quarta-feira (17), na cidade de Jeremoabo, a cerca de 370 km deSalvador.

De acordo com informações da polícia, os criminosos usaram um maçarico para arrombar um cofre antigo, mas não conseguiram levar nenhuma quantia. A ocorrência foi registrada por volta das 3h15 desta madrugada.

Ainda de acordo com a polícia, os suspeitos chegaram à cidade em uma caminhonete e seguiram direto para a agência. Durante a ação, que durou cerca de uma hora, o alarme foi acionado. As policias Civil e Militar foram para o local mas os suspeitos já tinham fugido. Até por volta das 10h desta quarta-feira, ninguém tinha sido preso.

Fonte: G1 Bahia

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Anatel aponta OI como líder na RMS, com 2,26 milhões de cliente

Publicado em 18/09/2014 às 10h57

A empresa também é considerada a que mais cresceu no mês de julho, segundo último relatório da Anatel

A operadora de telefonia móvel Oi assumiu a liderança do mercado na região metropolitana de Salvador (RMS) ao chegar ser responsável pelos 2,26 milhões de clientes, dos 4,2 milhões do estado. No território com DDD 75 (Feira de Santana e adjacências), o crescimento é observado mensalmente, desde outubro do ano passado.

Os dados foram reunidos no último relatório da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), disponível no site da agência.

O último relatório apontou que empresa de telefonia é considerada aquela mais cresceu no mês de julho, com saldo positivo de 31.934 adições líquidas (diferença entre clientes que entraram e os que saíram).

A porcentagem de market share (participação de mercado) na Bahia cresceu 0,62% de novembro de 2013 até julho deste ano. Manoel Campos, diretor de Vendas Varejo da Oi, atribui o bom resultado à consolidação das novas ofertas, como a do pré-pago a R$ 0,10 por dia. A melhoria na produtividades das lojas e as vendas de produtos com a tecnologia 4G também explicariam o crescimento.

Fonte: iBahia

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Brasil tem 22 universidades entre as melhores do mundo

Publicado em 18/09/2014 às 10h48

A Universidade  de São Paulo ficou na 132ª posição no QS World University Ranking 2014, divulgado ontem (15). O resultado representa queda de cinco posições em relação ao ano passado, quando a instituição havia ficado na 127ª posição. Ao todo, 22 universidades brasileiras estão entre as 800 melhores do mundo: 14 são federais, cinco estaduais e três particulares.

Entre as 10 melhores do ranking, seis são americanas e quatro britânicas. O Instituto Tecnológico de Massachussets (MIT), que fica nos Estados Unidos, ocupa a primeira posição, seguido da Universidade de Cambridge e da Imperial College, ambas situadas na Inglaterra.

Quando comparada apenas a instituições da América Latina, a USP ocupa a segunda posição do ranking, com 98,2 pontos, atrás apenas da Universidade Católica do Chile. Outras cinco universidades brasileiras figuram entre as 10 mais bem posicionadas entre as latino-americanas: a Universidade Estadual de Campinas (3ª), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (4ª), a Universidade Estadual Paulista – Unesp (9ª), e a Universidade Federal de Minas Gerais (10ª).

No ranking das 200 melhores instituições localizadas nos países do bloco Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), apenas duas brasileiras estão entre as dez primeiras: a Universidade Federal de São Paulo (7º), e a Universidade Estadual de Campinas (9º). A primeira entre os Brics é a Universidade de Tsinghua, na China.

O QS World University Ranking tem reconhecimento mundial e é realizado anualmente desde 2004. A metodologia de pesquisa considera a reputação da universidade na visão dos estudantes e dos empregados; a estrutura da instituição, incluindo a média de estudantes por professor; as citações em trabalhos de pesquisa e a presença de alunos e colaboradores internacionais.

Confira a lista das instituições brasileiras no ranking QS 2014:

Universidade de São Paulo (USP) – 132 lugar
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – 206 lugar
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – 271 lugar
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) e Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) - 421-430*
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - 451-460
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) - 471-480
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) - 501-550
Pontificia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) – 551-600
Universidade de Brasília (UnB) – 551-600
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) - 551-600
Universidade Federal da Bahia (Ufba) – 601 - 650
Pontificia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) – 651-700
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – 651-700
Universidade Federal do Paraná (UFPR) – 651-700
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) – 701-800
Universidade Estadual de Londrina (UEL) – 701-800
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) – 701-800
Universidade Federal de Viçosa (UFV) – 701-800
Universidade Federal do Ceará (UFC) – 701-800
Universidade Federal do Pernambuco (UFPE) – 701-800
Universidade Federal Fluminense (UFF) – 701-800

Fonte: Tribuna da Bahia

 

 
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Ação liminar suspende blitz do IPVA em todo o estado da Bahia

Publicado em 18/09/2014 às 10h46

Bahia tem 230 mil carros com o IPVA atrasado e agora a "blitz" está proibida

As intituladas Blitz do IPVA realizadas pelos órgãos de regulamentação de trânsito da Bahia, e suspensas pela juíza de Direito Maria Verônica Moreira Ramiro, da 11ª Vara da Fazenda Pública, em liminar movida pela Ordem dos Advogados da Bahia  (OAB), continuam. Pelo menos é o que informa o assessor técnico do Detran, major Genésio Luide. “Ainda não recebemos nenhum tipo de notificação a respeito da liminar, por isso, as blitzes que estão agendadas para atuar na cidade, continuam,” afirma.

Segundo Luide, as ações que atuam em conjunto com a Transalvador, são legais. “A blitz que foi intitulada como do IPVA , faz fiscalização do trânsito e dentro disso, ela verifica se o veículo está com o  CRLV em dias, que é o documento que informa se o seguro DPVAT, licenciamento e o  IPVA do automóvel estão regulares. A falta desse documento pelo artigo 269 do código de trânsito é motivo de apreensão do porte do veiculo, “ explica o major.

Ainda segundo o assessor técnico do Detran, os fotossensores instalados recentemente na cidade, seguem o mesmo padrão. “Os radares vão auxiliar na busca desses veículos que estão irregulares, mas não somente nisso, da mesma forma que funcionam as blitzes. Elas são feitas para verificar muito mais do que um documento vencido, vamos em busca de drogas, de assaltos, sequestros. Claro que ao parar um veículo e notar que ele não está licenciado o policial tem que fazer a apreensão do mesmo, caso o contrário, seria omissão,” pontua Luide.

Na Bahia, existem hoje 230 mil veículos em inadimplência. Para o assessor técnico do Detran, após a proibição, esse número deve subir consideravelmente. “Isso vai trazer um prejuízo incontável para o governo. Além disso, proibir os órgãos fiscalizadores de fazerem seu trabalho é prejudicar a segurança pública da cidade. Em nenhum momento nenhum veículo foi preso pela falta do pagamento do IPVA, eles são apreendidos por não estarem licenciados para trafegarem pelas vias da cidade,” garante Genésio Luide.

Para a conselheira seccional de Direito Tributario da OAB, uma das responsáveis pela liminar, Daniela Borges, a cobrança fere um direito constitucional do cidadão. “O estado não pode usar da sua força policial como forma de obrigar o contribuinte a fazer o pagamento do tributo, ele deve seguir o processo legal,”  garante borges.

De acordo com a liminar conseguida pela OAB, a partir de agora a cobrança do imposto deve utilizar os meios previstos na legislação, abstendo-se de apreender os automóveis dos contribuintes baianos em razão do não pagamento do IPVA, sob pena de multa de R$ 50 mil por operação de blitz.

Fonte: Tribuna da Bahia

 

 
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Dilma Rousseff é próxima candidata a confirmar vinda a Salvador

Publicado em 18/09/2014 às 10h41
Dilma Rousseff é próxima candidata a confirmar vinda para Salvador
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
 
A candidata Dilma Rousseff (PT) virá novamente a Salvador na próxima semana. A previsão é que o destino da presidenciável na Bahia seja a capital baiana ou Feira de Santana, centro-norte baiano.
 
Além da petista, Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) estão marcados para fazer palanque no estado. O tucano, por exemplo, fará comício nesta quinta-feira (18) em Ilhéus e Itabuna, municípios do sul baiano. Já Marina virá neste sábado (20) a Salvador. As informações são da coluna Tempo Presente, do jornal A Tarde.
 
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Sou o único capaz de controlar a inflação no Brasil, diz Aécio

Publicado em 18/09/2014 às 10h39
'Sou o único capaz de controlar a inflação no Brasil', diz Aécio
Foto: Divulgação
 
O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, disse durante entrevista ao Jornal da Record nesta quarta-feira (17) que será "o único capaz de controlar a inflação no Brasil".  “Se o Brasil avançou é porque tivemos estabilidade. Temos a mais qualificada equipe para gerar. A atual presidente não teve a capacidade necessária para combater a inflação”, afirmou o tucano ao relembrar que a estabilidade que o Plano Real trouxe ao País durante o governo de FHC.
 
Segundo o candidato, o ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, será seu ministro da Fazenda. Além disso, o presidenciável afirmou ser contra a homofobia, dizendo que “qualquer tipo de discriminação deve ser crime”. Aécio disse defender o que foi decidido pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em relação ao casamento gay: “Defendo a união civil de pessoas do mesmo sexo”, declarou. 
 
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Custo Brasil eleva gastos do setor produtivo também na Bahia

Publicado em 18/09/2014 às 10h30

Produtos do outro lado do planeta, com distância de até 30 mil quilômetros do Brasil, chegam ao país com preços pela metade dos nossos. Infraestrutura precária é apontada por especialistas como um dos principais problemas para a indústria nacional enfrentar a concorrência


Produção no Polo de Camaçari é responsável por 30% do PIB baiano 
Foto: Vaner Casaes / Ag. Bapress

 

A situação a seguir é real. Duas empresas instaladas no Polo Industrial de Camaçari gastam, em média, R$ 300 para enviar lote do produto para um cliente em São Paulo. A distância é de pouco mais de 1,9 mil quilômetros. Pois alguns países dos chamados tigres asiáticos, alguns a mais de 30 mil quilômetros e separados por dois oceanos, conseguem enviar o mesmo produto a um custo de US$ 60, que equivalem a aproximadamente R$ 136. 

O cenário é apresentado pelo superintendente do Comitê para o Desenvolvimento Industrial de Camaçari (Cofic), Mauro Pereira, na tentativa de mostrar o tamanho do problema enfrentado pela indústria nacional.

O Brasil tem perdido competitividade. E isso custa caro. No caso da indústria química e petroquímica, principal cadeia instalada em Camaçari e responsável por aproximadamente um terço da economia baiana, a inexistência de uma política industrial capaz de enxergar o cenário como um todo pode custar o futuro, apontam especialistas.

O déficit na balança comercial de produtos químicos, que acontece quando o volume de produtos que vem de fora é superior ao que é vendido lá fora, dá a ideia de todas as riquezas que o Brasil perdeu nos últimos dez anos – entre elas receitas para o setor produtivo e governos, além de empregos e renda para a população.

Em dez anos, o saldo negativo do Brasil passou de US$ 6,2 bilhões para US$ 32 bilhões, o que corresponde a quase 20% do faturamento da atividade no país, de acordo com dados do relatório Desempenho da Indústria Química, divulgado pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim).
 
Para Mauro Pereira, é necessário estabelecer uma política industrial no país capaz de “enxergar o todo”,  no lugar de buscar soluções isoladas para o problema. “Existem situações no dia a dia que corroem a competitividade da indústria, a começar pela própria infraestrutura, que é um caso sempre crítico”, afirma.

Mais exportação


Infraestrutura eficaz tem impacto direto na economia dos países. Estudo realizado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento  (BID) revela que, no caso do Brasil, a redução de 1% nos custos de transportes  seria suficiente para ampliar o volume de exportações do país em até 4%. 

“Acredito que nós perdemos uma década de oportunidades de exportações, de geração de renda para o país. Pode até parecer dramático, mas para mim isso é um tragédia”, afirma o economista Maurício Mesquita Moreira, assessor-chefe de Comércio Exterior do BID, que coordenou trabalho a respeito dos impactos da infraestrutura nas exportações de Brasil, Chile, Peru e Colômbia. 

De acordo com o superintendente do  Cofic, esse resultado é um dos reflexos da ausência de uma política industrial, como acontece na Alemanha e no Japão. “(A ausência da política) atrapalha na atração, mas torna muito mais difícil a manutenção dos investimentos”, diz.

Infraestrutura


Maurício Mesquita defende o uso de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes) para a modernização da infraestrutura do país, no lugar do financiamento de projetos empresariais. Segundo ele, 70% dos projetos empresariais poderiam ter sido financiados em condições similares a partir de outras fontes. 

O economista lembra que em 2013 o total de recursos utilizados pelo banco para financiar empresas foi de R$ 186 bilhões, volume suficiente para dar conta do Plano Nacional de Logística (PNL), lançado pelo governo brasileiro, e que “ainda não mudou a realidade” do país.  
De acordo com dados oficiais, o total de investimentos previstos no plano é de R$ 133 bilhões para a construção de 7,5 mil quilômetros de ferrovias e de 10 mil quilômetros de rodovias.

Para Mesquita, há clareza de que os investimentos são necessários, “o problema acontece na hora de implementar as medidas”. O economista do BID acredita que existe uma ideia de que não faltam recursos. “Isso levou o governo a aumentar gastos numa série de áreas. A crise reforçou o viés intervencionista. Há claramente um problema de prioridades”.

Desafio da cadeia


O professor de Economia da Universidade Federal da Bahia Oswaldo Guerra ressalta a importância da matéria-prima para a indústria petroquímica. “O Brasil não tem produção suficiente de nafta, então parte dela é importada. Consequentemente, quando sobe o preço do petróleo, aumentam os custos da indústria”, explica.

Guerra acredita que uma mudança no cenário dependeria do desenvolvimento do pré-sal, que ampliaria a oferta de petróleo, e de novos investimentos no refino, que ampliaria a oferta de gasolina e nafta no país.

“Explodiu no Brasil a produção automobilística e, consequentemente, explodiu a demanda por gasolina para abastecer os carros. Mas os investimentos em refino de petróleo não acompanharam o movimento. Então o que se verifica é que o país é quase autossuficiente na produção de petróleo, mas não na produção de derivados”, diz Oswaldo Guerra.

Matéria-prima é decisiva para o futuro do Polo
A  indefinição quanto ao preço da nafta, principal matéria-prima da indústria petroquímica brasileira, pode trazer sérios prejuízos para o país, avisa o presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria Química, Fernando Figueiredo. O contrato para o fornecimento do produto, entre a Petrobras e a Braskem, que venceria no final de agosto, foi prorrogado até o final de fevereiro. 

“Essa situação de indefinição é muito preocupante para a indústria química brasileira porque em nosso negócio seis meses não significam muita coisa. Não dá para viver de sobressalto”, avalia Figueiredo. 

O problema é que a Petrobras passou a converter parte da nafta em gasolina para reduzir a necessidade de importar o produto. Com isso manteve estável o preço do combustível, mas desajustou o mercado de nafta. 

“Não faz nenhum sentido que o custo adicional das importações do combustível seja passado para a nafta. Pela importância que tem para a atividade, os preços das matérias-primas podem ter impactos muito positivos ou muito negativos”, diz. Segundo Fernando Figueiredo, a indústria brasileira já vivencia os reflexos de uma gestão equivocada nos preços de matérias-primas. “Já existe um problema na área de gás por conta dos preços. Em 2010,  existiam no Brasil 22 empresas que utilizavam. Hoje são sete. Sabe quem mais perde com isso? O  país”, afirma Figueiredo.

Infraestrutura portuária é principal gargalo na Bahia


Quem conhece a realidade da indústria baiana sabe que o maior desafio de infraestrutura enfrentado pelo setor é a operação portuária. “O Porto de Aratu, que é um porto graneleiro, em que as principais partes foram concebidas para atender as movimentações de cargas produzidas em Camaçari, não realizou investimentos para acompanhar o desenvolvimento do Polo”, explica o economista e presidente do Instituto Miguel Calmon de Estudos Econômicos e Sociais (Imic), Adary Oliveira.

“Os navios chegam para descarregar e enfrentam uma longa espera. Pelos contratos, a partir de um determinado tempo de atraso, os navios podem cobrar o que se conhece como demurrage (uma multa por atraso)”, explica Oliveira, acrescentando que a espera e os custos adicionais encarecem o processo. 

O professor Oswaldo Guerra defende a infraestrutura como estratégia para tornar a atração de investimentos menos dependente de incentivos fiscais. “O incentivo é um paliativo, chega um dia em que ele acaba. Se as plantas industriais estiverem só ancoradas nos incentivos, vai chegar um momento em que o cara vai fechar as portas e vai embora. É preciso resolver os gargalos”, explica.

Fonte: Correio 24 horas

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Bell Marques comemora seis meses de carreira solo

Publicado em 15/09/2014 às 08h15

Uma das atrações do Salvador Fest, que acontece neste domingo (14) no Parque de Exposições de Salvador, o cantor Bell Marques conversou com o iBahia após o show e contou que está comemorando seis meses de carreira solo no evento.

Foto: Eliomar Santos / iBahia


 
"Já tem seis meses (de carreira solo) e já vendemos muitos CDs. Me preparei muito para este momento. Qualquer artista teria o prazer de subir neste palco. Cantei duas canções inéditas e já consegui sentir que vai ser sucesso", disse ele. 

O ex-vocalista do Chiclete com Banana ainda adiantou como será seu primeiro Carnaval sem o grupo: "sexta e sábado vamos puxar o Vumbora, e domingo e segunda o Camaleão".

 Fonte: iBahia

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Programa seleciona professores de língua portuguesa nos EUA

Publicado em 15/09/2014 às 08h14

A Fundação Capes seleciona bolsistas para o programa Professor Assistente de Língua Portuguesa nos EUA (FLTA) 2014-2015. Os interessados podem se inscrever, mediante preenchimento de formulário on-line, disponível no site da Comissão Fulbright, até o dia 19 de outubro. As inscrições são gratuitas.

A iniciativa busca incrementar o ensino de português em universidades norte-americanas e estreitar as relações bilaterais entre os dois países. Serão concedidas até 45 bolsas, com duração de nove meses, no ano acadêmico 2015-2016 da instituição anfitriã nos EUA (agosto/setembro de 2015 a maio/junho de 2016).

Requisitos

Para participar da seleção, os candidatos deverão atender a alguns dos requisitos, tais como:

Possuir nacionalidade brasileira, não cumulada com nacionalidade norte-americana;
Possuir bacharelado ou licenciatura em língua portuguesa e/ou língua inglesa, com conclusão após 31 de dezembro de 2009;
Ter proficiência em inglês;
Não receber ou ter recebido bolsa ou benefício financeiro, do Governo Federal ou de outras entidades brasileiras;
Residir no Brasil no momento da candidatura e durante todo o processo de seleção.


Benefícios

Os selecionados receberão auxílio deslocamento e bolsa mensal, incluindo os benefícios de moradia, alimentação e seguro saúde. Os valores dos benefícios aferidos se darão de acordo com a localidade da instituição anfitriã nos EUA. 

Fonte: Tribuna da Bahia

 
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Cédulas de R$ 1 raras podem valer mais de R$ 195

Publicado em 15/09/2014 às 08h11
 
Cédulas de R$ 1 raras podem valer mais de R$ 195
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
O Brasil tem em circulação quase 150 milhões de notas de R$ 1, apesar de a Casa da Moeda ter deixado de produzir as cédulas em 2005. No fim daquele ano, havia em circulação mais de 583 milhões dessas notas. Entretanto, nos últimos anos, o número dessas cédulas não baixou muito.
 
No fim de 2013, havia 149,374 milhões, contra 149,279 milhões no início deste mês, de acordo com dados do Banco Central (BC). A explicação para o símbolo do Plano Real ainda estar em circulação é que muita gente guarda as cédulas por acreditar que dá sorte ou simplesmente esquecem as notas. E há ainda aqueles que colecionam cédulas de R$ 1 consideradas raras, que podem valer mais que seu valor de face.
 
As cédulas de R$ 1 deixaram ser produzidas devido ao custo elevado e ao rápido desgaste. Por isso, o BC optou por lançar moedas em substituição às notas. Mas as cédulas ainda podem ser usadas no comércio e são substituídas progressivamente por moedas pelo BC.
 
O diretor de Divulgação da Sociedade Numismática Brasileira, Bernardo Marin Neto, diz que as notas que não circularam pelo país e tem menor tiragem podem custar bem mais do que o valor de face. No catálogo de colecionadores, uma nota de R$ 1, de 1996, assinada pelos então ministro da Fazenda, Pedro Malan, e pelo presidente do Banco Central (BC), Gustavo Loyola, custa R$ 195. “O critério para definir esse valor é a raridade da nota. Esses valores são do catálogo, mas elas podem ser vendidas por mais”, disse Marin Neto. Informações da Agência Brasil.
 
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Após um ano em recuperação judicial, Via Uno fecha fábricas

Publicado em 15/09/2014 às 08h08

Via Uno cortou cerca de 2 mil postos de trabalho em fábricas nos últimos três anos

Via Uno fecha fábricas na Bahia (Mirian Fichtner/Pluf

Há um ano em recuperação judicial, a Via Uno encerrou nesta semana as atividades da última das três fábricas que mantinha no Nordeste da Bahia, demitindo cerca de 800 trabalhadores, segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Calçadista (Sintracal) do Estado. Com o fechamento da unidade, a empresa deixará de ter fabricação própria e, se quiser continuar no mercado, terá de encontrar um parceiro para terceirizar sua produção.

 

Segundo o administrador judicial da empresa, Laurence Medeiros, a ideia é manter o negócio funcionando. Ele diz que o fundador da empresa, César Minetto, que seguiu à frente do dia a dia do negócio mesmo após a recuperação, já negocia contratos de fornecimento. “As lojas continuam funcionando”, afirma Medeiros. Segundo o site da Via Uno, a empresa tem hoje 44 unidades no Brasil - há um ano, eram 135 pontos de venda. Na época do pedido de recuperação, as dívidas da Via Uno eram de R$ 240 milhões.

Com o fechamento das fábricas, a conta trabalhista deve aumentar, segundo Jurandir Souza Brito, secretário-geral do Sintracal. Isso porque, na reunião que oficializou o fechamento, a empresa alegou que não tinha dinheiro para pagar as verbas rescisórias. Brito diz ainda que a empresa deve pelo menos dois anos de FGTS aos trabalhadores. “Nem a contribuição sindical, que foi descontada dos trabalhadores, nos foi repassada”, afirma o sindicalista. Fontes ligadas à companhia confirmaram que a empresa não pagou os direitos dos funcionários demitidos. Uma das estratégias da atual administração seria a venda de maquinários e de estoques para saldar essas dívidas.

Além do acerto das demissões, apurou o jornal “O Estado de S. Paulo”, a empresa também estaria devendo pelo menos um mês de salários aos trabalhadores. Além das demissões nas fábricas - que somaram cerca de 2 mil desligamentos nos últimos três anos -, a empresa também fez nesta semana um corte no setor administrativo em sua sede, no Rio Grande do Sul, com o objetivo de cortar custos.

Embora a empresa tenha intenção de manter a produção e a rede de franquias funcionando, uma fonte do setor calçadista dizem que, dado o histórico da Via Uno, a empresa pode ter problemas para encontrar um parceiro para suprir o estoque de suas lojas. Cerca da metade da dívida da Via Uno é justamente com antigos fornecedores que não receberam.

Estratégia
Criada em 1993, a Via Uno nasceu focada em produtos de baixo valor agregado que atendiam o mercado multimarcas. De olho na estratégia da Arezzo, que desde os anos 90 vinha investindo em uma rede própria, a Via Uno decidiu seguir o mesmo caminho a partir do início da década passada.

Em 2010, a estratégia “chique” da Via Uno atingiu seu ápice: a empresa chegou a 200 pontos de venda, com a proposta de vender calçados ao preço médio de R$ 200, e anunciou que a meta era atingir 300 unidades até o fim daquele ano - uma meta que nunca foi atingida. Na época, a receita da Via Uno era estimada em R$ 400 milhões, aproximadamente a metade do que a Arezzo faturava naquele momento.

Fonte: Correio 24 hs

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Bandidos atacam agências bancárias de quatro cidades na Bahia

Publicado em 15/09/2014 às 07h58
 

Agências bancárias de quatro cidades baianas foram atacadas por bandidos no sábado (13). Em Irará, cidade de 30 mil habitantes, a 133 quilômetros de Salvador, os ladrões explodiram o terminal bancário do Banco do Brasil da cidade por volta de 2h da manhã. Antes do ataque, eles trancaram com correntes e cadeados os dois portões da delegacia.

 

Segundo a polícia, o grupo também usou correntes para amarrar as rodas do carro da Polícia Militar que estava estacionado na rua, em frente à sede da PM. Ao ouvirem a explosão, dois investigadores da Polícia Civil que estavam de plantão tentaram sair e perceberam que estavam trancados. Os policiais precisaram pular o muro para deixar a delegacia.

Cinco pessoas que passavam pela rua nas proximidades da agência bancária foram feitas reféns pelos bandidos, que usaram dinamites para explodir os caixas e fugiram em três carros. Já na cidade de Elísio Medrado, localizada a 224 quilômetros de Salvador, os ladrões explodiram os terminais de autoatendimento da Caixa Econômica Federal.

 

Os ladrões usaram dinamites na ação, que deixou a agência destruída. Outro ataque aconteceu na cidade de Iaçu, a 279 quilômetros de capital. De acordo com informações da Polícia Civil, pelo menos oito homens encapuzados chegaram à cidade por volta de 2h da manhã em dois veículos.


Em seguida, foram em direção ao banco e usaram explosivos para roubar o dinheiro dos caixas eletrônicos. Esse é o segundo ataque que acontece na cidade. Há duas semanas, dois filhos de um funcionário do banco foram sequestrados e liberados apenas após pagamento de resgate. O outro ataque aconteceu na cidade de Umburanas, a 450 quilômetros de Salvador.

Por volta de 2h, homens fortemente armados explodiram o terminal de autoatendimento da Caixa Econômica Federal (CEF), que fica na rodoviária da cidade. Nenhum assaltante foi preso em nenhuma cidade.

Fonte: iBahia

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Mil armas de fogo são vendidas na Bahia nos primeiros 8 meses

Publicado em 15/09/2014 às 07h56

O aumento da violência urbana tem influenciado cada vez mais em novos comportamentos do baiano. Além do medo de sair de casa, a cautela constante quando se está na rua, no trânsito, ou mesmo dentro de estabelecimentos comerciais, fez com que uma parcela da população tenha adquirido armas de fogo como forma de se prevenir de ações criminosas.

De janeiro de 2013 até o final de agosto deste ano, foram vendidas o total de 1000 armas de fogo no estado, de acordo com dados da Polícia Federal. Enquanto isso, os requerimentos para aquisição de armas de fogo já chegam 1478, no mesmo período.

De janeiro a agosto de 2013, a Polícia Federal recebeu 488 requerimentos para aquisições de armas de fogo. No mesmo período deste ano, o número de requerimentos que chegou à corporação foi de 638.

Para se adquirir uma arma de fogo atualmente, é necessária uma série de pré-requisitos, que possam comprovar a capacidade da pessoa de portar e fazer uso desta arma. No caso da pessoa física, deve-se ter idade mínima de 25 anos, declarar circunstâncias que justifiquem o pedido, comprovação de idoneidade, onde o indivíduo deve provar que não está respondendo a inquéritos policiais ou processos criminais.

Além disso, no caso de pessoa física, é preciso comprovar a capacidade técnica e de aptidão, psicológico para o manuseio da arma de fogo, realizado em prazo não superior a 01 ano, que deverá ser atestado por um instrutor de armamento e tiro, e um psicólogo credenciado à Polícia Federal.

Esses pré-requisitos se repetem no caso de policiais, magistrados e membros do Ministério Público, agentes penitenciários e guardas municipais, auditores da Receita Federal, porém, cada categoria terá outros pré-requisitos específicos para a aquisição da arma, e que estão explicitados no site oficial da Polícia Federal (www.dpf.gov.br).

Com a permissão em mãos, o usuário pode então dirigir-se aos estabelecimentos que comercializam esse tipo de arma. De acordo com a Polícia Federal, a arma de fogo mais adquirida atualmente é a pistola calibre 380, modelo, que tem um poder de fogo maior dentre as pistolas de uso permitido pelas autoridades.

Atualmente, a calibre 380 é ofertada em preços que vão de R$ 2.300 a R$ 6.000. “O valor varia devido aos materiais utilizados na fabricação de cada modelo, e que vão influenciar diretamente na qualidade do produto, em termos de resistência e eficiência”, explicou o agente de polícia da PF, Gildo Leal.  

A capital baiana possui algumas lojas especializadas em armas de fogo, como a Sniper, que fica no Rio Vermelho, além da Palma & Santos, e Magnum, localizadas em Macaúbas. Segundo a PF, todas as lojas autorizadas possuem também um forte esquema de segurança para proteger os produtos à venda, cumprindo assim as determinações necessárias para fazer o comércio de armas de fogo.

Embora 30% dos requerimentos tenham sido indeferidos, por não apresentar justificativa plausível, ou por falta de algum documento exigido, os números assustam quando associados aos índices mais recentes da violência urbana. 

As estatísticas do Mapa da Violência de 2014 mostram um aumento de 221% no número de homicídios praticados no estado, entre 2002 e 2012, o que coloca a Bahia apenas em 2º lugar no crescimento desse tipo de crime, perdendo apenas para o Rio Grande do Norte.

Dessa forma, a Bahia é, atualmente, o quinto estado mais violento do país, tendo cinco de seus municípios, figurando entre os mais violentos do país. Mata de São João e Simões Filho – que estão na Grande Salvador – figuram em 1º e 2º lugar respectivamente, numa lista que ainda tem a presença de Lauro de Freitas (5º), Itabuna (6º) e Porto Seguro (7º).   No estado, a taxa de homicídios é de 41,9 mortes para cada grupo de 100 mil habitantes. Em Salvador, essa taxa chega a 60,1 mortes, tornando a cidade a quinta capital mais violenta do país.   

Aquisição de armas de fogo pode ser uma ilusão de segurança, segundo sociólogo. No entanto, se o objetivo principal é a segurança que muitas vezes falta à população, o sociólogo Joviniano Carvalho explica que tal sensação, na maior parte das vezes, não passa de uma ilusão. “Diferente de muitos países, onde a arma branca lidera os índices, grande parte dos homicídios, no Brasil, são executados com armas de fogo, de modo que é questionável pensar que mais armas desse tipo vão diminuir a violência”.

Ao invés de proporcionar a sonhada segurança, o armamento da população estaria estimulando ainda mais a violência. “Esse comportamento é muito perigoso, pois numa explosão emocional, qualquer indivíduo pode usar a arma de forma inapropriada”, explicou ele.

Para o sociólogo, esse aumento de procura por armas ocorre em resposta à constante divulgação dos índices de violência urbana no estado. Com o número sempre crescente, é natural que haja medo e preocupação da população, e esse receio é respondido em medidas preventivas, que ora aumentam a sensação de segurança – como o número cada vez maior de carros blindados na Bahia –, ora se mostram como uma falsa solução – no caso do armamento.

Além disso, segundo Carvalho, o aumento no requerimento de portes de armas já poderia ser sentido desde quando algumas categorias profissionais como o guarda municipal e o vigilante passaram a exercer suas funções regularmente com armas de fogo. Isso também se encaixaria no caso de magistrados que, além da guarda pessoal, tem solicitado o porte de arma pessoal.

Fonte: Tribuna da Bahia

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MEC reconhece 87 novos cursos de mestrado e doutorado

Publicado em 15/09/2014 às 07h54

O Ministério da Educação (MEC) reconheceu nesta sexta-feira (12) 87 novos cursos de mestrado, mestrado profissional e doutorado em instituições de todas as regiões do país.

Na Bahia, três universidades tiveram seus cursos reconhecidos, são elas: Universidade do Estado da Bahia (Uneb), com mestrado em Educação e Diversidade, Universidade Federal da Bahia (Ufba), com mestrado e doutorado em Ciência da Computação e doutorado em Alimentos, Nutrição e Saúde e, ainda, a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), com mestrado em Ciências Florestais.

A portaria que lista os cursos de pós-graduação stricto sensu e as instituições onde serão ministrados foi publicada no Diário Oficial da União e pode ser consultada aqui.

Outros cursos reconhecidos nos demais estados são de áreas como direito, informática, enfermagem, biodiversidade e conservação, educação e diversidade, odontologia, nutrição e saúde e ciências farmacêuticas

 

Fonte: Correio 24 horas

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